em sete dias

Posted in textos on 28 de maio de 2009 by censured

Em sete dias eu viajo.

Em seis dias eu durmo.

Em cinco dias eu trabalho.

Em quatro dias eu estudo.

Em três dias eu penso.

Em dois dias eu descanso.

Em um dia eu amo.

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hello may

Posted in bobagens on 28 de maio de 2009 by censured

Hello may, here is mr. word press. I’m stupid and, HEY, I LOVE PINK.

Isso é uma brincadeira, essa meleca é só para dizer oi maio. 😀

auto-descrição

Posted in 1 on 28 de maio de 2009 by censured

É, eu fiz uma página me auto-descrevendo, pra falar a verdade, não sei se consegui. rs

Mas vale a pena dar uma visualizada para ver, para tentar me conhecer.

Tentar. Por que nem eu me conheço 😀

ano novo

Posted in textos on 28 de maio de 2009 by censured

“Vem logo Julia”, falei olhando o relógio. Ela chegou correndo, e se debrussou na sacada, eu a segurei.”Falta quanto?”, ela perguntou, e eu olhei outra vez o relógio. “Menos de dois minutos, mas ─ parei de falar um instante e virei ela contra mim ─ por que não aproveitamos o luar, enquanto isso.”, perguntei, virando ela novamente, para que visse a lua. Era lua cheia, e estava linda. Não haviam nuvens no céu, nem muitas estrelas. “É lindo , Bruno.”, ela falou e eu sorri. “Concordo, mas tem uma coisa, só uma, que é mais linda que o luar.”, ela virou para me olhar, e eu sorri de canto. “Você Jú, você que é mais linda que tudo, mais linda até, que o luar”, ela sorriu e me selou. “Olha, começou.”, mesmo estando no décimo quinto andar, eles começaram a ouvir a contagem regressiva: DEZ, NOVE, OITO, SETE, SEIS,  CINCO, QUATRO… “Três ─ dei um beijo em sua orelha ─ dois ─ dei um beijo em seu nariz ─ um ─ dei-lhe um beijo na boca, quando o som de fogos de artifício cortaram o ar. ─ feliz ano novo, não esqueça que te amo Julia.”, murmurrei, abraçando-a, e aproveitando a maravilhosa vista dos fogos.

nem todo louco, é louco

Posted in textos with tags , , , , on 29 de abril de 2009 by censured

— Sabe o que me revolta? perguntei me sentando próxima da janela.

— O que? — ela perguntou, sentando em frente a mim.

Pessoas que se julgam superiores, apenas por serem mais fortes ou por terem mais influência — dei uma pausa e tomei um gole d’água — essas pessoas não são superiores. Superiores são aqueles que recebem tanto elogios, quanto críticas de braços abertos. Superiores são aqueles que se acham inferiores. — conclui me levantando.

— Concordo contigo — ela disse se levantando também — Vamos? — ela perguntou e eu concordei com a cabeça.

” Médica Responsável: Susan Venturi

Paciente: Anne McLuck

Idade: 29 anos

Nacionalidade: Italiana ( pais são americanos )

Descrição da paciente: Ruiva com mechas pretas, pele branca, estatura mediana, arte corporal ( tatuagens, piercing ), olhos fortementes azuis.

Descrição do caso: Sofre de uma doença desconhecida, vive sorrindo, mesmo nas situações mais infelizes. Tem ataques no meio da rua. Tem personalidade sincera, e por isso ao mentir começa a gritar.”

i_go_crazy___crazy____d_by_justina_m

foto da paciente

Anotações: Vem demonstrando melhoras visiveis, embora, quando mente ainda grita com todas as suas forças. Tem ficado mais “séria” ao decorrer das consultas.

Eu observei ela olhar minha ficha e saí do consultório, mas fui surpreendida quando ela deu um tapinha no meu ombro.

— Já pensou em ser escritora? — ela perguntou, e eu ergui uma sombrancelha.

— Tanto já pensei, que já escrevi. — falei tirando um livreto do bolso, não devia ter mais do que duas páginas, todas escritas a mão.

O sonho azul

Louise é uma linda garotinha de 5 anos, é loira, tem olhos azuis e é mimada pelos pais, Megan e Louis. Ela vai na escola todos os dias, e lá tem três amigas — Lana, Marie, e Mary Anne — e um amigo — Philip. Ela adora seus amigos, e adora ainda mais seu amigo secreto, um pinguim de pelúcia chamado Kevin.

— Hey, Phill, venha cá! — ela chamou.

Estava na caixa de areia da escola, vestia um vestido vermelho e branco, e tinha uma fitinha rosa no cabelo.

— O que houve, Louise? — Phill perguntou se sentando na areia, de frente para ela.

Phill era um garoto alto para a idade, tinha cabelos muito escuros, e olhos castanhos. Estava com uma camiseta preta, e uma bermuda azul,  e um boné de “Baseboll”. Ele esticou as mãozinhas e enxugou as lágrimas que começaram a cair dos olhos de Louise, em pouco tempo começou a chorar também.

— É que, você é um grande amigo. E eu quero ficar do teu lado para sempre — ela disse abrindo um sorriso meigo e inocente. — De vocês também — completou quando Lana, Marie, e Mary Anne se juntaram a ela e Phill  — Amo vocês amigos. — falou por fim abraçando os amigos.

fim

Ao terminar de ler, Susan tinha uma expressão chocada no rosto, e algumas lágrimas escorriam de seus olhos.

— É lindo.  — ela disse — posso ficar com ele?

— Claro — falei sorrindo e montando na bicicleta

Eu odiava carros, poluíam muito, e eu era alguém politicamente correta.

— Obrigada. Até semana que vem — ela agradeceu, e então entrou no seu carro e deu partida, saindo do estacionamento.

Eu começei a pedalar, em direção do infinito, ou de qualquer outro lugar.

Posted in músicas on 28 de abril de 2009 by censured

( fiz essa música durante a aula de química )

Secret

Hey baby

I need say

one thing

to you

[ chorus ]

Look, my baby

Look my rock ‘n’ roll

Dance, my baby

Dance with my soul

oh, oh, oh

I need say

to you

one thing

I’ts a secret

but, I say to you

My secret, is my love

for you

yes baby, believe

my only secret

is my love for you

[ chorus x2 ]

comentários serão muito bem vindos

assassina – parte II

Posted in textos on 28 de abril de 2009 by censured

“As cenas que se seguiram, só não serão apresentadas por censura. Sim, a censura, por mais incômoda que seja, ela nos faz viver, nos dando limites, e nos dando a vontade de ultrapassar esses limites. O que posso dizer é que, as cenas que seguiram, foram muito prazerosas, para mim. Ele gritava, relutava, se recusava a me dar prazer, e quando sentia prazer, negava, mesmo que isso fosse visivel. Ele era um playboy, filho de milhonário. Eu, era apenas a secretária afim do chefe. Ele nunca me deu bola, então tive que apelar. Já haviam se passado dois dias desde que eu o sequestrara.  Depois que terminamos de fazer sexo,  eu coloquei  uma roupa limpa nele, roupa de grife, e o prendi com algemas a uma coluna do galpão onde estavamos. “Sua Puta, que vai fazer comigo agora?”, ele disse, agora com os olhos vendados. “Não te interessa, putinho”, respondi irônica. E por mais que a situação fosse crítica, ele riu.”

we_were_showing_our_teeth_by_something_vauge